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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Review - Sleepy Hollow: 2x12 | Paradise Lost
A winter finale de Sleepy Hollow deixou muitos com altas expectativas para o retorno da série, que apesar de agradar e muito, teve seus altos e baixos nessa segunda temporada. Apesar de ser muito fã, eu tenho que assumir que alguns episódios me decepcionaram, mas em compensação tivemos episódios muito interessantes ao decorrer dessa nova temporada.
Investir em novas mitologias e novos seres nunca foi um problema para os roteiristas de Sleepy Hollow, e eles quase sempre acertam a mão em suas escolhas para a trama da série.
Em Paradise Lost, chegou a vez dos anjos - mais exatamente UM anjo - tomarem seu lugar na cidade. A escolha dessa "criatura" me deixou bem animada, apesar de ser um tanto suspeita para opinar, já que adoro toda essa mitologia por trás de anjos e demônios. Esse anjo tem nome: Órion; e meu palpite é que seu personagem vai ser de grande importância nessa segunda parte da temporada.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Review - Once Upon a Time: 4x04 | The Apprentice
Boa noite, batatinhas!
Sentiram minha falta?
Venho anunciar que estarei ausente por alguns dias, devido à certos compromissos! Espero que estejam gostando das reviews e de todos os outros projetos do blog, estamos nos esforçando bastante!
Já inicio a review dessa semana sem palavras. Once Upon a Time nos presenteou com um episódio com gostinho de primeira temporada, sem nunca deixar de lado as questões vividas pelos personagens atualmente.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Review - Once Upon a Time: 4x03 | Rocky Road
Olá, batatinhas!
Nesse episódio de Once Upon a Time, tivemos mais descobertas a respeito de toda a trama envolvendo Frozen da nova vilã Snow Queen, dona de poderes semelhantes aos de Elsa.
Nem sei por onde começar: tivemos muita informação para um só episódio, e tudo acabou se interligando no final. Então vou abrir um pequeno espaço da minha review para comentar um pouco a respeito de toda essa reclamação envolvendo o plot de Frozen. Sinceramente, não vejo o porquê da insatisfação. A abordagem das personagens do filme da série está sendo diferente das abordagens que ocorreram na terceira temporada: não é simplesmente um vilão com o qual os personagens principais devem lutar por 11 episódios seguidos. Além disso, acho muito interessante a maneira como a história de Frozen faz referências aos momentos vividos por nosso velhos conhecidos de Storybrooke.
domingo, 12 de outubro de 2014
Review - Reign: 2x02 | Drawn and Quartered
Boa tarde, batatinhas!
Como vai o domingo?
Aliás, ***Feliz Dia das Crianças*** pra vocês, até porque todos temos uma criança dentro de nós!Alguns literalmente, né?
Aliás, ***Feliz Dia das Crianças*** pra vocês, até porque todos temos uma criança dentro de nós!
Como vocês podem perceber, o blog anda mais focado nas reviews nas últimas semanas, mas saibam que os outros quadros ainda estão de pé. A nossa equipe anda extremamente ocupada recentemente e a maioria está se esforçando para conseguir postar aqui com frequência. Obrigada pela paciência, de verdade!
Agora vamos falar do que interessa. Mais uma semana se passa e mais um episódio de Reign vai ao ar. E, como eu já estava prevendo, novos problemas começam a aparecer no meio do caos da peste negra na França.
domingo, 5 de outubro de 2014
Review - Reign: 2x01 | The Plague
And long may she reign...
Finalmente, batatinhas! Reign está de volta, depois do que parecem décadas, para seguir com a história de Mary Stuart, dessa vez enfrentando as dificuldades de ser a Rainha da França durante um surto repentino de peste negra no país.
Como eu havia comentado na review da season finale da temporada passado, eu não apreciei a direção que os roteiristas deram para a série. Apenas achei uma mudança de plot muito drástica e nonsense: de uma profecia envolvendo Francis (que ainda não se realizou ainda não sei o porquê) para uma praga com origens sobrenaturais (ok...) que passa a afetar toda a população.
A parte boa desse novo plot da segunda temporada de Reign é que com todos esse problemas Mary será obrigada a definir sua personalidade como líder do povo. Vemos assim uma Mary diferente da despreparada e ingênua Mary da primeira temporada. E aí nos perguntamos: será que ela continuará honesta e bondosa ou cairá nas tentações do poder, seguindo os passos de Catherine?
sábado, 4 de outubro de 2014
Review - Sleepy Hollow: 2x02 | The Kindred
Eaê batatinhas queridas, como estão?
Essa semana tivemos mais um episódio de Sleepy Hollow, que foi exibido lá nos EUA nessa segunda-feira. Infelizmente, tive dias muito corridos e não consegui tempo o suficiente para acompanhar as minhas séries. Aproveitei que hoje era sexta-feira (façam um favor a vocês mesmos e cliquem) para botar os episódios em dia e fazer a review para os Sleepy Heads de plantão.
Devo dizer que "The Kindred" focou muito no que mais me cativou na primeira temporada: a relação entre Abbie e Ichabod. Além de toda a mitologia que a série utiliza para tornar Sleepy Hollow uma cidade cheia de mistérios, crenças e seres sobrenaturais, um dos pontos mais altos do roteiro é o desenvolvimento dos dois como personagens. Nem sempre toda dupla funciona, mas com toda a certeza do mundo a dupla de Sleepy Hollow nunca decepcionou na questão de ter a química necessária para conviverem juntos de uma maneira que ambos completem um ao outro.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Review - Once Upon a Time: 4x01 | A Tale of Two Sisters
Depois de muita expectativa deixada por uma sensacional terceira temporada e uma season finale que mudou o rumo de muita coisa tanto em relação à trama quanto aos personagens, Once Upon a Time retorna com a promessa de manter o nível da temporada anterior, dessa vez com uma carta na manga: personagens recentes e modernos do filme Frozen, que foi uma sensação nos últimos meses e obteve um imenso sucesso de bilheteria.
Colocar tais personagens, tão frescos na memória das pessoas, com certeza atrairia uma nova onda de telespectadores, aumentando a audiência. Dito e feito. O episódio de estreia da quarta temporada de Once Upon a Time teve a maior audiência da série desde 2012, o que, acreditem, É MUITA COISA.
Foi uma sacada muito inteligente? Com certeza. Mas a questão era: conseguiriam os roteiristas colocar personagens tão recentes na trama sem afetar o real objetivo da série e sem transformá-la em uma mera caça-níquel?
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Review - Sleepy Hollow: 2x01 | This is War
Tudo bem com vocês?
Finalmenteee os hiatus (que mais parecem tortura) das minhas queridas séries estão chegando ao fim, o que significa que SIM, MEUS LEITORES, as reviews estão de volta!
Uma dos retornos que eu mais aguardava era o de Sleepy Hollow, que nos deixou na mão lá em janeiro, no comecinho do ano, com uma Season Finale que fez todo mundo ficar desesperado para saber O QUE RAIOS IRIA ACONTECER COM A NOSSA CAMBADINHA AMADA.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Review - Black Box: 1x12/1x13 | Season Finale
Uma Season Finale que deixou mais dúvidas do que respostas.
Eu estava com a expectativa de que todos os problemas e transtornos da Catherine se resolvessem nessa Season Finale (pelo jeito eles resolveram que não vai ser desse jeito), mas acabou que os roteiristas resolveram só botar mais complicações na vida da coitada. Conseguem imaginar uma pessoa frustrada assistindo à essa Season Finale? Essa sou eu.
Bom... Sendo que Catherine é bipolar ela tende a resistir aos remédios (pelo menos é isso o que falaram tanto durante a série), e, como qualquer um que assiste a série já sabe, ela costuma fazer isso MUITAZ VEZES. A Season Finale foi mais direcionada a responder algumas perguntar e deixar mais umas 20, mas fora isso eles tentaram ao máximo incluir a família dela nesses transtornos de Catherine no último episódio da primeira temporada. Me parece que eles estão querendo esfregar na nossa cara: "Ok, nós resolvemos os probleminhas dela, agora deixe-me recompensá-la com problemas ainda maiores". O episódio foi literalmente um tapa na cara de qualquer um que estivesse assistindo.
Eu realmente fiquei muito revoltada, pois o "relacionamento" entre Catherine e Bickman foi uma coisa "extraordinária", (cof cof) eles mudam tudo e fazem uma reviravolta com sofrimento, paixão e tudo que um drama precisa, e depois volta tudo para a mesma coisa... É como se dissessem: "Pronto, nós já fizemos o que vocês queriam, agora vamos deixar a personagem querida de vocês largada como sempre". Esse é um daqueles momentos em que você está animada e ansiosa querendo saber o que vai acontecer e se enche de expectativas, já vai achando que tudo que você sempre sonhou iria acontecer, que os dois ficariam juntos e teriam filhos, se casariam e etc e etc... (Ok, muita viagem minha... Mas vocês entenderam o que eu quis dizer)
É incrivel como a Dra. Black e o Dr. Bickman tentam a todo momento estrangular os sentimentos que tem um pelo outro. Nenhum dos dois admite, nenhum dos dois dá o primeiro passo e desse jeito continua na mesma coisa que sempre foi: apenas colegas de trabalho que estão apaixonados e não conseguem ficar na mesma sala por mais de 20 segundos sem ficarem se encarando. Eu achava realmente que eles iriam fazer alguma coisa quanto a isso mas... No fim acabaram sendo só "amigos".
MEU DEUS, O DR.BICKMAN É REALMENTE IDIOTA! DÁ VONTADE DE DAR UM TAPA NELE! NÃO RECONHECE OS PRÓPRIOS SENTIMENTOS!
Ps: Eu fiquei mais revoltada pelo fato de que ela se livrou do Will para ficar com o Bickman e ele depois simplesmente desiste dela!
(SPOILER!!!)
Por um pequeno momento durante a Season Finale reaparece a nossa querida Ali! Yey, sim a Ali! Se você não se lembra a Ali era a estagiária que trabalhava com a Dra. Black, que conseguiu sua carta de recomendação e foi finalmente concorrer para ter sua própria residencia no "Cubo". Conseguiu lembrar? Então, é ela. Eu fiquei muito decepcionada, até porque a Ali nos primeiros episódios era querida, inteligente e eu adorava ela, adorava mesmo, mas depois da Season Finale eu realmente comecei a achar ela uma (desculpem-me pela linguagem) FDP, ela tratou a Mackenzie como se fosse inferior a ela e todos sabemos que ela não é... Eu queria mesmo que elas se dessem bem, pois as duas tem os mesmos objetivos, mas foi bem no finzinho do episódio que eu me toquei que à partir do momento em que as duas queriam ser residentes do "Cubo" então elas eram quase como "inimigas", pois concorriam para o mesmo lugar. Todo esse episódio me deixou muito confusa.
Eles acabam envolvendo muito a Esme nesse episódio e realmente ela me surpreendeu muito com as suas devidas reações. Só achei que a garota seria mais compreensiva quanto ao que foi revelado à ela.
Eu realmente me decepcionei com essa Season Finale, não porque está ruim ou outra coisa qualquer, mas eles não solucionaram nada, só complicaram tudo. Fora isso o roteiro foi bem construído e a história está fenomenal, só não agradou muito em relação aos sentimentos dela e da sua família..
Eu não vejo muitas séries (estou sendo sincera) mas de todas as Seasons Finales que eu assisti (e foram realmente poucas) essa foi a que mais me decepcionou. Deixaram as pessoas com muitas expectativas e depois melaram tudo!
NOTA:
PS: Muita "treta" nesse episódio...
Então... Até a próxima temporada!
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Review - Reign: 1x22 | Slaughter of Innocence
Uma Season Finale sem cara de Season Finale.
Sabe quando você está com as expectativas lá no alto, esperando uma coisa excelentemente boa, algo que faça tudo aquilo de ruim que aconteceu ter valido a pena, mas chega lá e se decepciona pra caramba? Basicamente, essa fui eu assistindo o último episódio da primeira temporada de Reign.
Todo mundo sabe que a série podia fazer um final muito melhor. Depois da maravilhosa Season Finale de OUAT (infelizmente não tive tempo para fazer a review do episódio aqui no blog, me perdoem) eu já estava me conformando que nenhuma das séries das quais eu acompanho iriam chegar a esse nível. Mas por favor, não precisava de um fim tão ridículo assim. Reign já mostrou que tem força na primeira parte da temporada, mas desde que voltou do seu curto hiatus de inverno, nunca mais foi a mesma. Sim, aceitem, essa é a verdade. A série desandou legal nos últimos meses. No começo eu meio que fui junto com a onda, porque ainda havia bastante tempo para corrigir todos os furos. Mas chegando na reta final eu já estava me preocupando com o caminho que o roteiro estava tomando. É, deu no que deu.
A melhor questão debatida no episódio foi a família. No meio de todos os problemas na corte, todos os assassintatos, golpes e guerra, quase não há tempo de se pensar nisso. Às vezes até nós mesmo esquecemos que Bash e Francis são irmãos, que Henry é pai dos dois. Eles são uma família cujos membros se desuniram, vítimas da ambição pelo poder.
Pude sentir o quão duro foi para Francis matar o pai. Era o certo a ser feito? Pelo bem da França, sim. A loucura do rei cavou sua própria cova. Henry pode ter sido um líder extremamente calculista e cruel até mesmo antes de ficar louco, mas de certo modo eu admirava o personagem. Vejo muito dele em Francis. Ambos pensam pelo melhor do seu país. Vou sentir falta do Alan no elenco, o cara era muito talentoso. Me surpreendi com a maneira como sua atuação nos convenceu, de pouco em pouco, que havia algo de mentalmente errado com o rei ao decorrer da série.
A cena da morte foi comovente, mas por incrível que pareça não foi a que me chamou mais a atenção. O acontecimento mais puro, honesto e sincero do episódio foi o abraço entre os irmãos Bash e Francis. Desde o começo da série acompanhamos a mudança da relação entre eles, de grande companheiros a meros estranhos, o distanciamento que ocorreu tanto pelo poder quanto pela atração que dividiam por Mary. A cena pode ter durado cerca de trinta segundos, mas teve uma carga emocional tão pesada, tão bonita, que não fui capaz de conter as lágrimas. Reign levanta a questão tão debatida: a família fica em primeiro lugar porque é ela que estará lá quando você cair. A perda do pai foi dura para os dois, mas ambos lembraram-se que se havia alguém com quem podiam contar, era um com o outro. Eles são irmãos, não rivais. São uma família.
Greer e Leith, nem tenho comentários. Não acho que a Season Finale foi um bom momento para acrescentarem cenas descartáveis como as dos dois. Tá certo, a menina mal apareceu nos últimos episódios, mas, qual é, uma Season Finale é pra ter ação, reviravolta, morte, e não mimimi de garota! E POR FAVOR, COMO ESSA GREER É BURRA! Aquela cara de choro, aquele papinho de "Ah te amo e tals mas não posso casar com você, mozão...". Essa é uma que o Henry devia ter jogado pela janela enquanto estava vivo. #RIPHENRY
E o que vem por aí? Lola dando à luz, PRAGA, PRAGA, fica Francis, vai Francis, PRAGA. Sim, agora Franciquinho sabe que tem um filho, e o grandioso e elaboradíssimo gancho que deixaram para a segunda temporada foi uma praga. UMA PRAGA. Só... NADA DE CLARISSA, NADA DE MARY SENDO RAINHA, NADA. "Ah, Francis, já que tu quer ir atrás da Lola, cuidado com a praga!". CABOU EPISÓDIO, CABOU TEMPORADA. MAS O QUE FOI ISSO? O QUE FOI ISSO?
Posso não ter visto tantas séries assim, mas olha, essa Season Finale já entrou na lista das piores. A sensação que eu senti por basicamente todo o episódio foi aquela em que você fica indagando a si mesmo "Agora vai acontecer algo... Não, espera um pouco, aposto que daqui a pouco vai acontecer uma super reviravolta... Ah, não foi agora, mas acho que no fim vai." MAS NADA ACONTECE. NADA.
A série tem muito potencial, não há necessidade em desperdiçá-lo. Aquele toque sobrenatural do começo de Reign não é mais o mesmo. Bons personagens, como Catherine e Bash, foram tratados como coadjuvantes de lá pra cá. Outros, como Clarissa e Olivia, foram simplesmente esquecidos. Estou confiante de que vão melhorar a situação na segunda temporada. História pra contar é o que não falta. Só precisa ter mais cuidado para se ter um roteiro interessante, estável e "sambador" como era antes.
A CW tomou uma decisão arriscada apostando em Reign no ano passado, porque todo mundo ficou com o pé atrás vendo um canal de público adolescente produzindo uma série histórica. Surpreendentemente, a série mostrou ter sido um dos melhores acertos dessa temporada, mesmo dividindo opiniões negativas e positivas e não caindo no gosto de todos os jovens. Apesar desses "poréns", a primeira temporada de Reign foi boa, e eu, que custei pra dar uma chance à série, paguei a língua: Reign sempre foi mais do que um triângulo amoroso, focando na política, na família e em valores que valem a pena ser discutidos.
É isso pessoal, vejo vocês em Outubro!
NOTA:
PS: Francis como rei... Sei não, hein.
PS: Cruzando os dedos pra não inventarem um triângulozinho forçado entre Lola, Mary e Francis.
PS: Leith sobre o hiatus de quatro meses:
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Review - Reign: 1x21 | Long Live The King
Ver Mary e Catherine trabalhando juntas foi algo que eu não esperava, afinal a Queen of Scots sempre foi certinha e correta em todas as suas escolhas e atitudes. Mary me surpreendeu com isso. E essa mudança tem seu lado positivo, porque já percebemos há um bom tempo que nessa corte não tem essa de ser bonzinho e moralista: é cada um por si. O lado negativo é que Mary vai começar a perder aquele seu lado ingênuo e ético com o passar do tempo e bancar uma de Catherine por aí. Qual das opções eu prefiro? Honestamente, torço para ela ser um meio termo, porque é lindo ver a Mary colocando seu povo em primeiro lugar e defendendo os inocentes, mas a questão é que ela tem que começar a impor respeito nessa castelo ou ninguém vai levar ela a sério.
De qualquer maneira, a união das duas para por fim à vida de Henry foi o ponto alto no episódio. A própria Catherine já percebeu que não há salvação pra esse homem! Ele já quer invadir a Inglaterra, já que por a Mary de Rainha de lá? JESUS, esse cara está doente!
Talvez tudo daria certo se Francisquinho, após seu retorno da guerra, não defendesse o pai afirmando que ele estava mudado.
| COOORRE FRANCISCO! |
Vamos agora a Bash e Kenna. Quem acompanha minhas reviews sabe o quanto eu esperniei e torci o nariz pra esse casal. Mas verdade seja dita, gostei do modo como Kenna tratou a criança que Bash achou na floresta. Isso só me coloca na cabeça que o próximo casal que vai ter um filho são os dois, até porque o talento de Kenna com crianças é inegável. E basicamente, isso é o que eu achei de positivo no casal até agora. Estou me esforçando pra gostar dos dois, de verdade. Mas por algum motivo não rolou. POR FAVOR, não me apredejem shippers, mas ultimamente estou até preferindo Frary. Vou poupar vocês dos meus discursinhos padrão por hoje. Só sei que o plot do Bash anda muito boring ultimamente...
NOTA:
PS: Pra mim esse Remy não precisa ser Lorde nem nada que já estou aceitando de bom grado! Eita homem lindo!
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Review - Once Upon a Time: 3x20 | Kansas
De onde tirar forças pra começar essa review? De onde, gente, de onde? Quando você pensa que não pode se surpreender mais com Once Upon a Time, lá vem um episódio fantástico pra te mostrar que a série tem sim seus méritos. Os roteiristas literalmente passaram a borracha na besteira que fizeram na segunda temporada e nos deram uma terceira temporada excelente. E diante de tal evolução, impossível não ficar contente com o caminho que a série tomou.
Nos flashbacks, vemos mais da história da Zelena abacate. Acontece que depois de ficar verde e retornar à Oz, Zelena acaba sendo surpreendida por Glinda, a Bruxa Boa do Sul, que a convida a moldar seu próprio destino na companhia de outras duas bruxas, a do Leste e a do Norte. Zelena convence a si mesma a mudar até a chegada de Dorothy Gale, uma menina inocente que possui grandes chances de tomar seu lugar como Bruxa do Oeste. É então que a vemos em uma questão complicada, deixando que a inveja a invada e impedindo a si mesma de escolher um dos lados por si própria.
A questão do episódio é essa: o destino escolhe se pertencemos ao bem ou ao mal ou somos nós próprios que decidimos quem somos?
A Wicked Witch mostra novamente que a inveja é a sua fraqueza, e deixa que seu lado ruim assuma o controle. Quero dizer, Zelena tinha o dom da escolha, mas prefiriu crer que ela era e sempre seria "wicked". E em seguida nos é explicada a questão do exílio de Glinda: a própria Zelena a expulsou de Oz. Confesso que queria que Zelena tivesse seguido o caminho do bem, maaas a inveja dela parece sempre falar mais alto. Fica a dica: invejinha deixa você verde e faz você perder as amiguinhas.
O nascimento do bebê Snowing acontece, e a cena é muito comovente. Sem contar que finalmente temos a resposta para o sexo do filho do casal: é um menino! Estou ansiosa pra saber o nome que vão dar para a criança, pois li spoilers dizendo que seria uma espécie de homenagem a certo alguém. Só espero que não decidam chamar o coitado de Neal ou Baelfire, até porque ninguém merece sofrer bullying com menos de uma semana de vida.
Porém, felicidade nessa série dura pouco (mais especificamente, no máximo uns trinta segundos). Zelena chega e rouba o baby de Snow. Legal essa série que a mulher nem pode ter o filho em paz sem que alguém interrompa, né? Com a inocência do recém nascido, a coragem de Charming, o cérebro de Rumple e o coração de Regina, Wicked tinha todos os ingredientes para realizar a sua "viagem no tempo".
Curti muito ver a Regina salvando a pátria (como sempre). Mas o que me incomodou de verdade foi o fato das atitudes dela terem mudado tão drasticamente com o início desse romance com o Robin e o recomeço com a Snow. Quero dizer, é ótimo vê-la sendo boa, tendo magia boa, e mais do que tudo, derrotando a grande vilã da temporada ao lado dos heróis. Isso não deixa de trabalhar com a questão do episódio, de que apenas você escolhe quem ser: o vilão ou o mocinho. Mas que palhaçada foi aquela de "magia boa não mata"? Poxa, Regina, um coração a mais não ia fazer lá aquela diferença. E, na minha sincera opinião, heróis também tem todo o direito de fazer coisas erradas às vezes (né mesma senhorita Snow?).
Felizmente, Rumple resolve esse probleminha de "magia boa e mimimi" transformando a nossa Wicked Witch em estátua. Mas, cá entre nós, foi desonesto da parte dele enganar a Belle daquela maneira. E se fosse pra matar a Zelena, matava direito, oxiii... Digo isso porque pelo que me parece o colar que concentra os poderes dela abriu o portal pro passado. DO NADA. Alô? Explicação? Explicação? Como exatamente isso ocorreu? Eu não faço ideia. Espero que expliquem direito o que Zelena fez pra ativar esse seu feitiço mesmo estanto morta (ou não, porque sempre há a chance dela estar vivinha da silva, afinal, estamos falando de OUAT). E pelo meu amor pela Rebecca Mader e sua atuação maravilhosa, torço pra que a Zelena esteja viva e fique mais um tempinho na série.
Não posso deixar de comentar que Emma perdeu seus poderes para salvar Killian de um afogamento, com direito a dois "come back to me". IS THIS THE REAL LIFE? Nhonhonho, meu coração de Captain Swan shipper não aguenta essas coisas. O real problema é a Emma insistindo nessa ideia de voltar pra Nova Iorque, sendo que já ficou bem claro que o Henry quer é ficar por Storybrooke. Eita, Emma, não faz drama por nada, menina.
De qualquer maneira, adorei o episódio e a maneira como ele focou em seus personagens. Agora basta esperar pelo último domingo da série, porque a grande Season Finale de dois episódios juntos está chegando!
NOTA:
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Review - Reign: 1x20 | Higher Ground
Depois de dois episódios mornos e medianos, Reign retoma o fôlego e nos entrega um episódio impecável em todos os sentidos. "Higher Ground" não apenas reanimou aqueles que como eu andavam com o pé atrás em relação ao roteiro da série, mas trouxe boas questões a serem discutidas e soube trabalhar bem com todos os personagens.
A história do Francis comandar a guerra me animou muito, porque mesmo tendo consciência que ação não é lá o foco de Reign, as cenas que envolvem batalhas são muito bem elaboradas. E devo confessar que Francisquinho finalmente me conquistou em "Higher Ground". Ele deixou claro que não via seus soldados como meras peças de xadrez: Francis deixou o egoísmo de lado e provou que queria que todos do seu exército saíssem vivos. Um desses soldados é Leith, que após salvar a vida do Delfim da França, recebe a promessa de que receberá um bom título para poder casar com a mulher que ama. Awn, fiquei tão feliz por ele! O que me entristece é que o Lorde Castleroy vai ficar sozinho, tadinho. Bem que os roteiristas podiam arranjar uma pretendente pra ele, né? Especialmente se a moça for fã de pimenta!
Apesar da atitude de Mary ter me incomodado nos últimos episódios, ela me agradou muito no dessa semana. Eu estou começando a concluir que no fundo Mary tem tudo pra se tornar uma Catherine da vida, e pra mim isso é ótimo. Ela é uma boa estrategista, planeja tudo com cuidado, sem deixar nenhum rastro. Em "Higher Ground" ela contou com a ajuda de um mercenário para retirar a fortuna escondida de Catherine, com o objetivo de ajudar sua mãe na Escócia. Se eu morri vendo a Catherine ser enganada por um joguinho besta da Mary? Morri, colegas, e ressuscitei só pra escrever essa review. Ainda tivemos direito a ver a cabeça decapitada da prima de Catherine (não, não lembro o nome dela, só lembro que era uma velha chata de quem não sentirei falta alguma).
Tenho a sensação de que cedo ou tarde Mary Stuart terá que matar inocentes pra conseguir o que quer, como bem disse a Queen Catherine. Ela é uma mulher forte e determinada, e por mais que seja boa e pense no seu povo, é difícil não cair na tentação pelo poder no meio de uma corte como essa. Quem não cairia? Só dizendo que se eu estivesse lá, sambaria na cara de todo mundo só pra mostrar o meu poder (sonhar mais um sonho). Ser a Catherine deve ser uma coisa linda, sim ou claro?
No fim disso tudo, Mary conseguiu o exército da falecida parente de Catherine (vamos chamá-la de "velha", já que sou uma anta que não decora nome de personagem). A questão era que o exército que Catherine usou para matar os escoceses em "Liege Lord" na verdade era tudo propriedade da velha. Uix, quem diria? E sei que dizer isso pode parecer estranho, mas curti demais o mercenário. Cara mais sarcástico impossível. Espero que ele seja confiável nessa missão de levar a grana toda pra Marie de Guise.
Outra questão finalmente resolvida foi a do Julian e da Lola. Primeiramente, obrigada Deus, por deixar esse homem lindo ficar na série e não ser um assassino de mulheres! Enfim, descobre-se que Julian e sua família eram pobres (tá, todos desconfiavam disso) e ele roubava os dotes de suas esposas para viver por conta própria. Ele estava prestes a abandonar Lola, mas percebe que está apaixonado pela jovem e quer passar o resto de sua vida ao seu lado. Awn, eles formam um casal tão lindinho! Mas como nem tudo são rosas, agora que ela já sabe o passado DELE, ele vai querer saber o passado DELA. Isso mesmo, meus caros, parece que o castelo vai descobrir quem é o papai do baby da Lola. TRETA IS COMING!
Com um ritmo excelente, bom desenvolvimento de roteiro e evolução de certos personagens, "Higher Ground" provou que eu estava certa em minha última review: esse episódio leva cinco batatinhas com todo o merecimento!
NOTA:
domingo, 27 de abril de 2014
Review - Reign: 1x19 | Toy Soldiers
Pois bem, Reign está apostando todas as suas fichinhas na questão política de série. E o que tenho a dizer? Pontos para Reign! Nos últimos episódios já foi deixada bem clara essa mudança de foco por parte do roteiro, que apesar de tudo nunca deixa de lado as outras características da série. Muitos reclamam, mas eu estou adorando. Mais bom ainda é ver Francis tomando decisões tão importantes como as que fez em "Toy Soldiers".
Como de costume, vamos começar com o principal. A mãe de Mary, Marie de Guise, precisa do apoio de um exército devido às invasões inglesas que passaram a ocorrer na Escócia, e é claro que Henry está doido demais pra ajudar em alguma coisa nesse momento. A chegada do tio de Mary e seu exército acaba se tornando uma possibilidade mais viável de Mary proteger sua mãe. E digamos que nesse episódio quem teve maior destaque (por incrível que pareça) foi Francis, o delfim da França. Foi ele quem teve de ceder um cargo importante ao tio de Mary para obter o apoio das suas tropas, mesmo não confiando no homem (aliás, notei que ninguém na família da Mary é confiável né?). Mas o problema é que a preocupação de Francis pela saúde do pai vai muito além da sua preocupação com a situação da Escócia. E se paramos para pensar, Mary pensa da mesma maneira: com toda a certeza do mundo ela colocaria sua mãe à frente da França. De qualquer maneira, Francisquinho trai a confiança de Mary utilizando as tropas, que já estavam prometidas à Escócia, para ajudar o exército do Rei Henry a conquistar Calais. SHAME ON YOU FRANCIS!
Quer dizer que a relação entre os dois pode ficar pior? Pode. Mary Stuart deixa bem claro que está cansada das promessas de Francis, e começa com o papinho "Você nunca pensa na Escócia, Francis!". O que ando temendo ultimamente é que Francis e Mary não estão conseguindo trabalhar bem como dupla, e isso vai afetar sim o casamento dos dois. Eles claramente não são do tipo de ceder fácil (qualquer um já deve ter percebido isso, haha), daí as brigas feias que o casal vem tendo nos últimos episódios. Por mais que seja difícil admitir isso, estou começando a gostar mais do Francis, apesar de ainda não ver sinceridade no que ele fala e faz. Ele é muito instável, nunca sabemos se podemos realmente confiar nele. E é justamente essa falta de confiança que está transformando Frary num casal infeliz.
A coisa que mais gostei em "Toy Soldiers" foi a relação entre Greer e o Lorde Castleroy (palmas pra mim que decorei o nome do cara da pimenta depois de tantos episódios). Até porque atualmente, das ladys de Mary, Greer é a minha favorita. Castleroy mostrou ser um homem verdadeiramente bom, e por mais que ele saiba que Greer não o ama, ele está fazendo tudo o que pode por ela. A cena em que ele dá os dotes às irmãs de Greer me comoveu muito mesmo. Eu estava sentindo falta de uma pessoa caridosa na série
E com vocês o nome da senhora que salva os episódios: Catherine. Essa mulher tem cada frase, não me surpreende que ela seja minha personagem favorita. Ela humilhando a Penelope foi impagável, estava esperando por cenas assim desde que essa Rainha do Feijão apareceu. E não sei vocês, mas não acho que vamos nos livrar da Penelope tão cedo, mesmo com ela trabalhando como lady da Catherine agora. Vamos aguardar.
"Toy Soldiers" foi um bom episódio, que deu uma boa base pra guerra que está por vir. E estou botando fé que o próximo episódio vai ganhar cinco batatinhas por aqui, porque eu estou morrendo de saudades das batalhas de Reign!
NOTA:
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Review - Once Upon a Time: 3x18 | Bleeding Through
Pois é, eu sei. Não fiz a review de "The Jolly Roger" semana passada. O tempo estava muito apertado por causa da Páscoa e do feriado, e não consegui me organizar direito aqui no blog. Mas não vou deixar vocês aí, sem saber minha opinião. Então antes de começarmos a review de hoje, vou expor alguns dos meus pensamentos a respeito do episódio anterior.
O que realmente me decepciona em Once é que não há um bom foco na ação, e se há, são cenas de ação muito superficiais. Apesar de gostar do personagem, episódios centrados no Hook sempre me deixam com o pé atrás. Porém, acabei gostando do resultado final de "The Jolly Roger", que nos mostrou mais uma vez o homem honrado que Killian está se tornando. Pena mesmo foi o desperdício de um personagem tão famoso como o Barba Negra numa cena tão boba (sério que o pirata mais temido de todos morre porque prendeu o pé na madeira?). Coisa boa também foi rever a fofa da Ariel, uma personagem muito interessante que eu realmente espero que não deixem de lado como fizeram com outros tantos.
Agora, vamos ao que interessa. "Bleeding Through" não foi um episódio excepcional, mas nos apresentou revelações a respeito do plano de Zelena, o passado de Cora, e um foco muito legal na relação entre Snow e Regina. Foi bom ver a Corinha de volta, apesar de obviamente preferir a old Cora da Barbara Hershey, que se Deus quiser ainda vai voltar a aparecer em OUAT.
Nos flashbacks, descobrimos que Cora foi enganada por um homem que se passava por príncipe e acaba engravidando. Ela vai a sua procura mas descobre que o mesmo não se passava de um jardineiro. Achei a Cora meio saidinha pra ir acreditando em qualquer um, né. E ri do anel de palha, não pude evitar, sério. Sem contar que, se bobear, logo logo a defunta ultrapassa o posto da Emma de mais rodada. Cora, a senhora é destruidora mesmo!
É aí que Cora conhece Leopold e ele acaba se apaixonando por ela, o que o faz desmarcar o seu noivado com a princesa Eva. O problema é que o jardineiro começa a ameaçar Corinha, dizendo que se ela não lhe entregar uma devida quantia de riquezas ele espalhará o segredo a respeito de sua gravidez. Daí descobrimos que essa coisa de ouvido/segredo/fofoqueira vem de família: Eva já estava lá pertinho, pronta pra espalhar a fofoca pelo castelo todo, no melhor estilo Snow White. Tal mãe, tal filha. Fiquei com pena é da Cora, que expulsa de lá, se vê obrigada a abandonar a baby Zelena.
E o que dizer do Rumple e da Zelena? Gente, o Rumple tá conquistando todo mundo, hein. Foi por pouco que o Dark One não pega a adaga distraindo a Zelena com uns pegas básicos. Mas agora falando do que é sério e preocupante: Zelena pretende voltar ao passado, e reverter o que aconteceu com sua mãe. Ela deseja voltar para matar Eva, de modo que Snow e Regina nunca existiriam e ela teria todo o poder para ela. De alguma maneira, o ingrediente final dessa poção para voltar no tempo é o bebê Snowing. Não vou mentir: estou preocupada com o que pode acontecer adiante. Será que a Wicked seria mesmo capaz de fazer maldades a um bebê inocente? Ai, gente. :(
Pra terminar, não posso deixar de citar a coisa mais fofa desse episódio. Os conselhos da Snow fizeram a Regina abrir os olhos para encontrar sua própria felicidade, e sendo assim, seu amor verdadeiro. Ela vai até o Robin, e ele está todo arrependido de ter deixado que roubassem o coração dela. Mas ela nem diz nada, e por fim o beija. Finalmente, colegas, finalmente! Foi uma cena muito linda, e espero que a Queen seja feliz de agora em diante (por favor roteiristas, nada de matarem o Robin só pra continuar com a tradição de "Regina tristonha no fim de temporada", né).
Enfim, apenas posso dizer que estou ansiosa para esse final da Season 3 que aparentemente vai ser top!
NOTA:

terça-feira, 22 de abril de 2014
Review - Reign: 1x18 | No Exit
Como vão vocês batatinhas? Sentiram minha falta? Enfim, sumi pra valer nos últimos dias. É tudo culpa da Páscoa. Sabem como é: feriado, viagens, compras de Páscoa, etc... Foi um sacrifício para mim ficar tanto tempo ausente no blog, mas o importante é que agora estou de volta com as reviews (*todos vibram*).
Depois de lutar pra caramba pra conseguir assistir ao último episódio, eis que estou aqui meus amigos, escrevendo a review da semana de Reign. "No Exit" não foi aquela obra de arte excepcional, mas teve momentos bons e que acrescentaram mais à certos personagens, além da forte carga política (eu amo História, daí acabo gostando mais dessa parte do que das tretas reais).
Comecemos então com Mary, the Queen of Scots. Todos vocês sabem que eu gosto da Mary, gosto que ela defende o país, gosta dela sendo uma Rainha, mas essas discussões com o Francis já estão me incomodando. Sério. O casal que só falava de bebês agora fica brigando a cada santo episódio por seus países. Até já decorei umas frasesinhas da Mary pra quem quiser anotar no caderninho: "Eu e a Escócia somos os mesmos", "Você só se importa com a França, Francis", "Você ama uma garota, não uma rainha". E até me dá uma pena do Francisquinho ter que ouvir isso a cada cinco minutos. Imagina a cena: Francis vai comer um croissant, e chega a Mary já gritando que ele só valoriza o que vem da França. "Você e seus macarons Francis". Depois dessa, por favor, me internem. Essas reviews estão fazendo mal para o meu psíquico.
Continuando, o irmão de Mary chega à corte francesa com o intuito de levá-la à Escócia, pois, segundo ele, os escoceses anseiam por ver uma verdadeira escocesa no poder. Francis já começa a desconfiar dessa história e acaba descobrindo que o que James Stuart queria mesmo era matar Mary para se tornar rei, já que tinha apoio dos ingleses protestantes (pra que não lembra, Mary tem uma rixa com os ingleses por ser católica). Então, dá a louca no rapaz e ele tranca Mary numa torre na maior cara dura. Mas dessa vez eu tenho que concordar com Francis: estava ÓBVIO que essa viagem era só de ida, né, Mary. Só sei que a relação dos dois está mais abalada ainda com toda essa confusão, e espero que essa tempestade acabe logo (trocadilho horroroso com cenas do episódio, mas ok).
Enquanto Frary deixa de ser o casalzinho fofinho de Reign, Nostralivia (???) assume esse posto. Tem muita gente que acha que eles não combinam, e que odeiam a Olivia, e que Nostra é velho, entre outras justificativas. Mas eles são tãooo fofooos juntos. Me partiu o coração quando a Olivia foi embora sem ele. Olha o que esses roteiristas fazem comigo. :(
E a relação de Bash e Kenna crescendo está me deixando enojada. Felizmente, Kenna já mostrou uma pequena melhora em relação ao seu nível de inteligência nos episódios anteriores, mas ela não é o tipo do Bash.
Sobre Julian, acho que ele mata as mulheres pra ficar com a riqueza delas. Estou sendo meio (muito) exagerada, mas a história desse rapaz está muito estranha. Sorte que eu tenho videntes que comentam aqui que já me alertaram sobre isso antes, haha. Obrigada, lindezas que comentam no blog! É o que me faz continuar com as reviews!
NOTA:
terça-feira, 15 de abril de 2014
Review - Reign: 1x17 | Liege Lord
Dessa vez, o atraso da review tem justificativa: a demora para publicarem a legenda. E é aí que vocês dizem: "poxa, você podia muito bem ver apenas com o áudio original". Eu até que entendo inglês, mas tenho a preferência por rever todos os episódios legendados para ter certeza que não deixei nada escapar, né? Até porque Reign tem cada dialógo... Essa série é divina!
Explicados os motivos, tenho alguns recados. Gostaria de agradecer à royal Isabella Siqueira, que me mandou mensagens muito lindas no twitter elogiando o blog, além de ter ajudado na divulgação! Muito obrigada! Fico muito feliz com os comentários e que me dedicar as reviews realmente vale a pena. Quero também chamar a atenção de vocês para parcerias com o blog. Isso realmente iria ajudar muito! Caso alguém tenha interesse, entre em contato pelo email do Além das Batatas.
Falando agora de "Liege Lord": já passou da hora de mostrarem Mary não só se vestindo ou sendo tratada como rainha, mas AGINDO como tal. Esse foi o ponto alto do episódio: Mary mostrando quem é que manda.
Confesso que com o passar dos episódios, aquele potencial para reinar que eu via na Mary foi diminuindo cada vez mais. Até porque ela andava mais preocupada com homens, amigas fura-olho, mamãezinha
Mary acaba descobrindo uma cláusula secreta no documento de seu casamento, que permitia que a Escócia passasse a pertencer à França se Mary morresse sem deixar herdeiro algum. Óbvio que ela precisava de alguma confirmação, e aí que Kenna entra na história, encontrando o documento e o guardando no "coração" (precisava dizer isso, sorry). Aplaudindo de pé o fato de que Kenna finalmente serviu pra algo (por poucos segundos, mas já é uma ajuda).
Com a descoberta de que isso realmente era verdade (e tinha dedo da Catherine no meio), Mary mostra que ainda se importa com seu país e não deixa essa história pra lá. A rainha teve muita, muita atitude nesse episódio. Estava esperando que ela deixasse o Francisquinho resolver isso, mas não: Mary é a protagonista da série, e Francis é um mero coadjuvante. É incrível a presença da Adelaide Kane em cena. Seu trabalho foi excepcional em "Liege Lord"!
Uma cena emocionante e que tenho que destacar é o momento em que ela conta a verdade para os homens escoceses. Ela sabia que a notícia de que Marie de Guise colocara à venda o seu próprio país iria por sua mãe em risco. Iria por ela própria em risco. Até mesmo toda a relação entre a Escócia e a França em risco. Mas Mary resolve colocar a sua terra e o seu povo em primeiro lugar. Lindo, lindo, lindo! Mais bonito ainda é quando os escoceses se mostram gratos e se curvam à sua rainha. Ela é a esperança do povo da Escócia, ela é tudo que eles têm, enquanto a França tem Catherine e Francis. Seria uma grande pena se a amável e adorável Catherine mandasse seus guardas matar todos os escoceses depois...
E o que dizer de você, né, Catherine? Te acho diva e tudo mais, mas enganar a Mary desse jeito não foi nada legal. Até porque as ameaças não eram dirigidas à Mary em si, mas sim para toda a Escócia. A parte boa de tudo isso é que os momentos Mary VS Catherine vão voltar. Ansiosa pra ver o segundo round das duas!
Por fim, Mary consegue convencer Catherine a queimar o documento utilizando-se do fato de que o rei está louco, e de como isso poderia afetar toda a França. Pensei que estava sonhando: Catherine cedeu pela primeira vez! Mas ainda tenho aquela desconfiança que tem muito mais por trás de tudo isso.
Concluindo, essa semana Reign teve seus altos e baixos, até porque desde que o plot do casamento acabou a trama andou desandando e muito. Mas o episódio finalmente conseguiu mostrar a Mary que mais gostamos: aquela que coloca o seu país em primeiro lugar, e não um homem. Aliás, senti que o Francis ficou meio ressentido com essa história. Mas se eu fosse ele nem reclamava: logo logo você morre de otite meu amor.
NOTA:
PS: O escocês achando que Catherine era uma mera dama de companhia da rainha. Apenas rindo.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Review - Once Upon a Time: 3x16 | It's Not Easy Being Green
Olá, batatinhas! Como vocês já devem ter percebido, a Stephanie está super sumida do blog. Só queria primeiramente justificar a sua ausência dizendo que ela anda muito ocupada ultimamente e não tem tempo suficiente a ser dedicado ao blog e às reviews. Mas não se preocupem: eu continuo com as minhas postagens em dia!
Como começar essa review? Como comentar um episódio tão impecável como esse que Once Upon a Time nos presenteou essa semana? Atuações maravilhosas, fotografia maravilhosa, roteiro maravilhoso. Até os efeitos, que nunca foram lá aquela maravilha, estão melhorando. Talvez seja um pouco de exagero da minha parte, mas "It's Not Easy Being Green" já está entres os melhores episódios da terceira temporada na minha opinião.
Só quero aproveitar para dizer que a escolha de Rebecca como Wicked Witch foi certeira. Ela consegue passar toda a emoção e tristeza de Zelena e toda a perversidade e o lado sombrio de sua personagem nos momentos certos. Sem contar que as cenas dela contracenando com a Lana já fazem todo o episódio valer a pena.
Nos flashbacks, somos apresentados à história de Zelena, primeira filha de Cora que foi abandonada e adotada por um casal de camponeses em Oz. Desde bebê ela possuia poderes, algo que incomodava seu pai adotivo, um homem que sempre dizia que "Não importa o que você está sentindo por dentro, ponha sempre um sorriso no rosto" (e com isso entendemos aquela obcessãozinha básica da Wicked de fazer a barba dos outros). Certo dia ambos se desentendem e Zelena, após descobrir que na verdade é adotada, parte para falar com o Mágico de Oz e encontrar sua verdadeira família.
Com o auxílio de Oz, ela acaba sabendo sobre Regina e já fica "p" da vida quando descobre que a irmã tem tudo com o que sempre sonhou. O que falar sobre essa inveja feia, hein Zelena? É claro que, como uma verdadeira filha da falecida Cora, ela ia querer o poder pra ela, e ia querer aprender magia com Rumplestilskin e ia querer lançar a maldição. Concluindo: família de gente diva/problemática.
Rindo muito com o fato de que todo mundo se apaixona pelo crocodilo nessa série. Sim, sim. A nossa verdinha começa a ter sentimentos em relação ao seu professor pelo fato de que ele a entende e a aceita como é, e blá blá blá. Ela queria conquistar a posição de aluna preferida de Rumple, queria fazer parte de algo. Mas o Dark One deixou bem claro que esses sentimentos dela iam acabar o prejudicando, e por isso, Regina continuaria a receber suas aulas para lançar a maldição. Confesso que cheguei a sentir pena da Zelena, mas culpar a Regina por nunca ter tido uma família? Isso não né!
Rumple logo vê essa inveja e ciúme crescendo dentro dela. O interior de Zelena começa a aparecer, e é assim que ela
Explicados os motivos da raiva de Zelena, vamos agora ao presente. Vou começar com o melhor: treta entre Regina e Zelena. Se eu queria barraco? Mas é lógico. E sejamos sinceros: aquilo foi sensacional. Lana e Bex foram fantásticas. Teve tapa, relógio quebrando (de novo), Zelena jogando Regina pra lá e pra cá. Mas no fim, a Wicked nada consegue, já que nossa Evil Queen é inteligente e não traz seu coração à uma briga de bruxas (agradecimento aos ensinamentos da Corinha aqui).
Falando em Evil Queen, já podemos perceber que ela está sentindo alguma coisa pelo Robin. E, como sempre, ela não quer sentir nada. Poxa, Regina, ele é o seu final feliz! Anyway, após certos conselhos da amiga Tink (que atualmente está mais para cupido do que para fada) ela retira seu coração e o entrega à Robin. Nisso já dá pra ver que ela confia mesmo nele, e finalmente percebeu que precisa se abrir à essa oportunidade ser ser feliz. Lindos, lindos.
Portanto, um episódio ótimo! Por algum motivo, essa nova fase me lembra muito a minha amada primeira temporada. Talvez esse seja o motivo do meu amor e aprovação à terceira temporada. O certo é que a série em si já está corrigindo os erros que cometeu no passado e seguindo um novo caminho, que abriu milhares de novas possibilidades. Excelente!
NOTA:
PS: Esqueci de mencionar o enterro do Neal? OPS.
PS: Walsh era o Mágico de Oz. Pois é. ERA. Até ser transformado em um macaco.
PS: Tink de volta *u*
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Review - Once Upon a Time: 3x15 | Quiet Minds
Essa temporada promete. É só nisso que consigo pensar depois do último episódio de Once Upon a Time. Os roteiristas ousaram e se arriscaram com a escolha de matar um de seus personagens, mas ao meu ver, a decisão foi certíssima e apenas possibilitou que a própria série se reinventasse. Só não considero "Quiet Minds" um episódio excelente pelo simples fato de que certas atuações deixaram a desejar. Explicarei isso mais tarde na review.
Como sempre, vou iniciar com os eventos que ocorrem na Enchanted Forest. Neal e Belle estavam decidos a trazerem Rumple de volta à vida, e procuram por pistas no castelo do mesmo. Lá acabam encontrando Lumière, um homem que aparentemente fora transformado em uma vela pelo próprio Rumplestiltskin anos atrás. Lumière os ajuda a encontrar uma chave que, se utilizada, reviverá o Dark One.
Mas na verdade Lumière estava à serviço da Wicked Witch, que pretendia persuadir Neal a cometer o mesmo erros que o pai. Como o Rumple já muito disse no passado, não é possível reviver os mortos. Morto é morto. E era óbvio que o ato de trazer seu pai de volta ia ter sérias consequências para Neal. Por mais que Belle tenha o alertado várias e várias vezes, alegando que se ele virasse aquela chave iria fazer o mesmo erro que Rumple cometeu, Neal não deu ouvidos. E assim, as consequências chegam: uma vida por outra. Não vou xingá-lo de burro e coisas do gênero, porque fiquei muito feliz que o Rumple voltou. Ele sim é um personagem que tem muito a acrescentar, coisa que o Neal não faz.
Rumple vê que seu retorno significaria a morte de seu filho, e toma medidas drásticas: coloca Neal dentro de seu próprio corpo. Isso explica o motivo de ele estar louco ultimamente, ouvindo vozes e coisas do tipo. E assim, enfraquecido, Rumple é facilmente dominado por Zelena, que passa a o controlar com sua adaga.
Em Storybrooke, a fuga de Rumplestilskin de seu cativeiro é justificada: o próprio Neal o tirou de lá. Confesso que não compreendi direito essa junção de Rumple e Neal em um corpo só, mesmo já tendo visto o episódio duas vezes. Mas, de qualquer maneira, não deixou de ser uma boa explicação para a loucura repentina do Dark One.
E o que dizer sobre os momentos Outlaw Queen? Vocês podem discordar comigo, mas eu vejo MUITA química entre os dois. As provocações do Robin, e as falas típicas da nossa Regina: é tudo perfeito. Eu jurava que o Robin já ia indo beijar a rainha ali mesmo, e a cara da Regina entregava que ela estava querendo que isso acontecesse, né? Mas acontece que a Evil Queen vê a tatuagem de leão de Robin e faz o que todos sabíamos que ela ia fazer (afinal, a Regina não sabe lidar muito bem com esse tipo de coisa): foge. E que cena triste ela observando ele brincando com o fofo do Roland lá longe! O desenvolvimento do casal está indo muito bem para os padrões de OUAT. Não tem como não amar!
Ok, então. Vamos ao principal do episódio: Neal morreu. Sim, ele morreu. Tenho certeza que muitos nesse momento já se encontram segurando suas taças de champagne (ou guaraná, para as criancinhas peraltas) e soltando fogos de artifício, mas seria desonesto da minha parte se eu dissesse que não me emocionei com a cena. Emma teve de separar Neal do corpo do Rumple, e essa separação significaria sua morte. Foi uma morte digna, em sacrifício aos que Neal mais amava. Só assim Rumple conseguiria dizer a todos quem era a Wicked Witch. Uma boa maneira de se despedir do personagem, uma vez que já está oficializado que a morte é definitiva: Baelfire não retorna. O que estragou o momento mesmo foi a péssima atuação do Michael. Ele podia tentar ter sido um poquinho mais convincente em sua morte e em sua despedida. Maaas de qualquer maneira, passou. O pedreiro foi pro céu. FIM. #RIPNeal
Muitos não gostaram da morte, mas sinceramente acredito que isso tenha sido necessário para o roteiro. Já faz um tempo que o personagem não acrescenta mais nada na história e ele apenas faz a Emma relembrar de seu passado e se sentir ainda mais insegura para conseguir seguir em frente. Ou seja, Adam e Eddy foram inteligentes em sua escolha.
E finalmente descobriram que Zelena é a verdinha né? E a Snow nem depois de todo mundo confirmar acredita! Mas é possível existir alguém tão burra assim? Aquele suco que ela tomou vai fazer seu bebê nascer verde, aposto.
| "Quem quer um suquinho?" |
Concluindo, foi um bom episódio. Os roteiristas ousaram e eliminaram um dos nossos personagens. Se eu vou sentir falta do Neal? Não. Mas fico triste mesmo é pelo Rumple, que lutou tanto para reencontrar o filho durante toda a sua vida.
NOTA:
PS: E aquele momento bromance entre Hook e Neal?
PS: Que raiva do Henry. Ele está ainda mais inútil agora que não lembra de nada!
segunda-feira, 31 de março de 2014
Review - Reign: 1x16 | Monsters
Alguém me explica o que está acontecendo com esse rei, pessoas? Que episódio foi esse? Reign volta essa semana dando sambadas em todos nós e nos deixando de boca aberta a cada cena. Sim, aquele mesmo gostinho que sentimos em episódios como "Inquisition" e "Fated". O certo é que aquela série voltou, meus amigos. E eu não poderia estar mais feliz com esse roteiro maravilhoso.
Vamos começar com Henry. O que deu com esse homem? Ele está simplesmente maluco, fora da casinha, louco! Ele já nem pensa mais em seus atos. Prova disso é o ódio e repulsa que adquiriu pelo filho Sebastian desde o casamento entre Mary e Francis. Como o próprio Francisquinho disse, o rei já estava prestes a decapitar o Bash ali mesmo.
O que não ajudou muito foi a chegada da festa da Rainha do Feijão, onde uma serva qualquer ganha um dia de rainha caso encontre um feijão dentro de um grande bolo. Além de todas os mimos típicos, a garota ainda tem de fazer um tour extra pelos aposentos reais, porque é claro que o Henry, louco como está, não ia perder uma chance dessas, né? A tal sortuda é a plebéia Penelope, e desde do começo não fui com a cara dessa menina. Típica cara de gente rouba-fama. Catherine quis se fazer de amiga, pedir para a menina ir dar um remedinho básico para o Henry, mas a outra já estava pensando além. É oficial: Catherine perdeu a coroa para uma mera serva. Ver a diva e maravilhosa Catherine sofrendo assim é de cortar o coração. Portanto, apenas desejo tudo de ruim para essa tal de Penelope, que de rainha não tem nada. Catherine que junte todos os seus venenos e faça um suquinho delicioso para a garota.
Outro plot importante do episódio foi a questão da relação entre os irmãos Bash e Francis, que andava muito abalada, já que Francis começou a ter aquele medinho de que o bastardo tentasse conquistar Mary novamente. Eu particularmente gosto muito de Sebastian e vejo muita sinceridade em tudo o que ele diz, então já imaginam como eu fiquei com todo aquele ódio vindo para cima dele.
Felizmente, os dois trabalham em equipe para encontrar "A Escuridão", que aparentemente matou Rowan, notícia que eu não gostei de ouvir. Nostradamus revela aos dois que essa "Escuridão" que atacou Olivia trata-se na verdade de um homem, e não de um monstro, como todos pensavam. No final, os irmãos não encontram vestígio algum desse ser, mas a relação dos dois é reestruturada, com Bash salvando a vida de Francis. Eu amava ver os dois interagindo no começo da temporada, e fico feliz que eles estejam começando a se entender novamente. Afinal, brigar por causa da Mary É SIM um motivo muito bobo, até porque a rainha já teve seus dias melhores.
Acompanhamos parte da história de Greer e Lola nesse episódio. Lola finalmente arranjou um noivo, o Lorde Julian (e que Lorde hein?), e Greer decide aceitar a proposta do cara da pimenta, já que a sua reputação estava toda manchada. Por quê? A nossa dama foi flagrada beijando o servo Leith, e as fofocas já estavam começando a se espalhar. Por mais que o cara da pimenta (eu realmente não lembro do nome dele, me perdoem) não seja aquela beleza em pessoa, ele demonstrou ter um bom coração por ter mantido a proposta mesmo depois do que ocorreu com Greer. Maaas ainda tenho esperanças que Leith e Greer terminem juntos.
Voltando ao assunto do rei doidão, bem, meus colegas, ele está pior do que pensávamos. Henry chegou ao ponto de obrigar Bash a casar-se com Kenna. Isso mesmo. Eu não tenho palavras para definir o que eu senti. Estou morta de pena do Bash. Já está na hora de ele ser feliz, ele é um rapaz tão bom! Sinceramente: Sebastian merece essa bondade em dobro. E Kenna? Só agora pra perceber a furada que cometeu se envolvendo com esse rei sujo?
De qualquer maneira, o episódio foi excelente. Infinitamente superior aos anteriores. Essa Penelope ainda vai causar, mas torço para que a Catherine coloque ordem na corte francesa! E vamos dar um remédio pro Henry, né? Esse aí está precisando!
NOTA:
PS: Kenna chorando por ter se casado com o Bash? Eu estaria é soltando fogos!
PS: Não curti ver a Catherine humilhada. Quero a grande destruidora de volta à série agora!
PS: Só eu senti uns ciúmes da Mary quando o Bash falou sobre Rowan?
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